OURO OLÍMPICO

Joaquim Cruz é o personagem de live no dia do 36º aniversário do ouro olímpico

A live vai ser no face da CBAt nesta quinta, dia 6/8, às 18 horas (Foto: Agência Corbes Seattle, Sonho e Conquistas/COB)

Pelo facebook CBAt - Confederação Brasileira de Atletismo - o medalhista dará uma entrevista relembrando a conquista de Los Angeles-1984 e contando para a comunidade do atletismo, os fãs e os jornalistas sobre sua experiência com os atletas paralímpicos dos Estados Unidos

Bragança Paulista - Joaquim Cruz entrou para a história do esporte olímpico brasileiro e do atletismo nacional e mundial ao ganhar a medalha de ouro nos 800 m, até hoje a única conquista em provas de pista do Brasil, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984. A medalha completa 36 anos neste dia 6 de agosto de 2020 e para relembrar essa história de glórias a Confederação Brasileira de Atletismo promove, nesta quinta-feira, às 18 horas, live com o campeão.



Joaquim Cruz estará ao vivo de San Diego, Califórnia, onde vive e trabalha com atletas paralímpicos norte-americanos, pelo facebook da CBAt para falar com integrantes da comunidade do atletismo e do esporte olímpico, para o público e fãs da modalidade.



Aos 21 anos, o jovem brasiliense deixou para trás no Memorial Coliseum o britânico Sebastian Coe, então recordista mundial, para essa conquista inesquecível. Estarão em pauta essa medalha de ouro de Los Angeles, principalmente, e também a carreira e o momento atual de Joaquim Cruz.



Nascido em 12 de março de 1963, em Taguatinga, no Distrito Federal, Joaquim jogou basquete até ser descoberto pelo treinador Luiz Alberto de Oliveira com quem trabalhou para construir a carreira que inclui duas medalhas olímpicas - também tem a prata nos 800 m conquistada em Seul-1988, o bicampeonato pan-americano nos 1.500 m (Indianápolis-1987 e Mar Del Plata-1995), e a marca de 1:41.77 nos 800 m, obtida no Meeting de Colônia, da Alemanha, em 1984, que é até hoje os recordes brasileiro e sul-americano.



A trajetória de Joaquim não deixou dúvidas de sua competência como atleta, cercada de muita superação para se recuperar de cirurgias por lesões e de alergias. Tem sete das 14 melhores marcas feitas nos 800 m nos anos 80 e até meados de 90: 1:41.77 (Colônia, Alemanha, 26/8/1984); 1:42.34 (Zurique, Suíça, em 22/8/1984); 1:42.41 (Bruxelas, Bélgica, 24/8/1984); 1:42.49 (em Koblenz, Alemanha, em 28/8/1985); 1:42.54 (em Colônia, Alemanha, em 25/8/1985); 1:42.98 (em Berlim,Alemanha, em 23/8/1985); e o tempo da corrida da medalha de ouro olímpica em Los-Angeles: 1:43.00, no dia 6/8/1984. Essas informações estão no livro Heróis do Atletismo Brasileiro, editado pela CBAt.



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