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Retrospectiva - Com recordes e finais em Mundiais, brasileiros têm grandes resultados em 2025

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Atletismo Brasil

Luiz Maurício da Silva, Erik Cardoso estabeleceram recordes continentais em suas provas, enquanto Juliana de Menis Campos, Izabela Rodrigues da Silva e Matheus Lima foram finalistas mundiais pela primeira vez

POSTADO EM: 18/12/2025
Imagem de capa da notícia: Retrospectiva - Com recordes e finais em Mundiais, brasileiros têm grandes resultados em 2025

Luiz Maurício entra para o clube dos 90 m no lançamento do dardo em 2025

(foto: Gustavo Alves/CBAt)

Na temporada marcada pela realização de dois Mundiais – indoor, em Nanjing (China), e ao ar livre, em Tóquio (Japão) –, vários atletas brasileiros conquistaram resultados relevantes em 2025. Luiz Maurício da Silva e Erik Cardoso estabeleceram os recordes sul-americanos de suas provas – o lançamento do dardo e os 100 metros –, enquanto Juliana Campos, Izabela da Silva e Matheus Lima foram finalistas mundiais pela primeira vez.

Finalista olímpico em Paris-2024, Luiz Maurício da Silva (Praia Clube-Exército-CEMIG-Futel-MG) continuou escrevendo seu nome na história do lançamento do dardo. O juiz-forano de 25 anos entrou para o seleto clube dos 90 metros durante a disputa do Troféu Brasil, em agosto, ao alcançar a marca de 91 metros – o resultado é o 18º melhor da história da prova em todos os tempos, e o segundo melhor do mundo em 2025. 

Desde 2024, Luiz Maurício tem se firmado como um dos melhores atletas do dardo no mundo. Treinado por Fernando Barbosa de Oliveira, o atleta bateu cinco vezes o recorde continental desde o ano passado – nesta temporada, foram três quebras de recorde. Em maio, no Kip Keino Classic, disputado no Quênia, lançou o dardo a 86,34 m. No mês seguinte, Luiz Maurício estreou na Liga Diamante, em Paris, e fez 86,62 m.

Já Erik Cardoso (Sesi-SP) recolocou seu nome na lista de recordistas sul-americanos, um posto que já havia sido seu. No primeiro dia do Troféu Brasil, em 31 de julho, o velocista de 25 anos venceu os 100 metros com o tempo de 9.93 (1.5), recorde brasileiro e sul-americano.

Em 28 de julho de 2023, Erik havia se tornado o primeiro brasileiro a correr os 100 metros abaixo de 10 segundos, ao fazer 9.97 na final do Campeonato Sul-Americano, em São Paulo, e superar o recorde de 10 segundos cravados de Robson Caetano, obtido em julho de 1988. No mesmo ano, Felipe Bardi – seu amigo e companheiro de clube, também treinado por Darci Ferreira – correu 9.96 (1.0) e assumiu o recorde.

Juliana, Izabela e Matheus: pela primeira vez, finalistas mundiais

Juliana Campos (Praia Clube-Exército-CEMIG-Futel-MG) teve uma temporada de 2025 inesquecível. A atleta de 29 anos melhorou cinco vezes seu recorde pessoal no ano – a melhor marca, 4,76 m, foi estabelecida em 18 de julho e colocou a brasileira como a 9ª melhor do ranking mundial na temporada. Qualificada para o Mundial de Tóquio, Juliana voltou a colocar o Brasil em uma final do salto com vara após uma década. Com base em Pádua, Itália, é orientada pelo italiano Marco Chiarello.

Izabela da Silva (IEMA-SP) também sua primeira final em Mundiais: terminou na 9ª colocação do lançamento do disco. Na qualificatória, a atleta de 30 anos fez seu melhor resultado da temporada (63,75 m). Treinada por João Paulo Alves da Cunha, Iza tem no Japão um lugar especial. Fã da cultura japonesa, a brasileira também foi finalista da prova nos Jogos Olímpicos de 2020, quando terminou na 11ª colocação.

Matheus Lima (Pinheiros-SP) foi finalista do Mundial Indoor de Nanjing (China), disputado em março. Em sua estreia em Mundiais, o cearense de 22 anos foi à final dos 400 metros e terminou na 6ª colocação. Antes, na eliminatória, Matheus havia batido o recorde brasileiro e sul-americano da prova, com o tempo de 45.79, superando o recorde nacional estabelecido por seu técnico, Sanderlei Parrela, em 1997 (46.33), e a marca continental que era do colombiano Jhon Perlaza (46.07) desde 2019.

Além dos 400 metros rasos, Matheus é um especialista nos 400 metros com barreiras – foi nesta distância que disputou os Jogos Olímpicos de Paris-2024 e chegou à semifinal. Neste ano, já começou a temporada ao ar livre batendo seu recorde pessoal (48.08). No Mundial de Tóquio, em setembro, fez como em Paris e optou pela prova de barreiras. Semifinalista em sua estreia na competição, terminou em 10º lugar.

Na marcha atlética Viviane Lyra e Caio Bonfim continuaram bem. Caio bateu o recorde brasileiro logo no início do ano nos 20 km marcha atlética no Campeonato Japonês e depois em pista, no Troféu Brasil, em agosto (Veja perfil no link abaixo). Viviane Lyra bateu o recorde brasileiro e sul-americano em pista no Troféu Brasil nos 35 km marcha atlética, com o tempo de 2:46.36.2.

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