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Maranhão leva ouro no arremesso do peso e confirma boa fase no Troféu Adhemar Ferreira da Silva

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A estabilidade dos resultados na casa dos 21 metros - fez 21,01 m neste sábado (25/4), em Bragança Paulista - tem agradado o arremessador Welington Morais que ainda espera evoluir na técnica e na marca.

POSTADO EM: 25/04/2026
Imagem de capa da notícia: Maranhão leva ouro no arremesso do peso e confirma boa fase no Troféu Adhemar Ferreira da Silva

Maranhão volta a arremessar acima dos 21 metros mais uma vez

(foto: Gustavo Alves/CBAt)

Welington Morais (Pinheiros-SP), o Maranhão, confirmou sua boa fase na final do arremesso do peso, do 5º Troféu Adhemar Ferreira da Silva Loterias Caixa de Atletismo 2026. O atleta conquistou a medalha de ouro com a marca de 21,01 m, superando pela terceira vez a casa dos 21 metros na temporada. O calor em Bragança Paulista não foi um problema para o atleta de 29 anos, nascido em Imperatriz (MA).

"Nada como o Maranhão, meu Estado: lá é bem mais quente. Aqui a prova foi gostosa, bem animada, e eu fui crescendo a cada arremesso. Eu venho em uma constância boa, de fazer 20 metros alto, e agora entrei na casa dos 21 metros. Estou bem contente, porque são marcas que eram um sonho e viraram realidade. Ainda tenho erros técnicos que, corrigindo, podem ajudar a dar um salto maior. Dá para aprimorar, e muito", disse o arremessador, que treina com Ricardo de Souza Barros.

Maranhão superou os 21 metros pela primeira vez quando fez 21,01 m em 2024, seu recorde pessoal até o início deste ano. Na disputa do Sprint Challenge da Federação Paulista, em São Paulo, no dia 6 de abril, melhorou seu PB em 15 centímetros – marcou 21,16 m. Em 18 de abril, outro recorde pessoal: fez 21,18 metros no Challenger Continental Cidade de Buenos Aires, na Argentina, e virou top 10 do ranking mundial de 2026.

Estreante no Troféu Adhemar Ferreira da Silva, o baiano Joelson Pereira Mesquita (APA Petrolina-PE), conhecido como Dhioka, conquistou o título dos 800 metros com seu recorde pessoal, 1:46.47. O atleta de 26 anos, da cidade de Guanambi, tem como foco principal as corridas de rua. Mesmo sem fazer treinos específicos para pista, já conseguiu resultados expressivos: em 2025, foi medalha de prata dos 800 metros do Troféu Brasil.

"Gostei muito do resultado, fiz minha melhor marca na semifinal (1:47.05) e hoje novamente. Estou muito feliz pela oportunidade que o meu clube vem me dando para sair de tão longe, vir competir e ser campeão", disse Dhioka, que é orientado pelo treinador Marciano Pereira Barros.

"Eu faço corrida de rua todos os finais de semana. Não treino especificamente para provas de pista. É onde eu ganho meu dinheiro, sempre correndo provas de 5 km e 10 km. Mas ainda quero integrar uma seleção, venho batendo na trave, e meu sonho é disputar a Olimpíada de 2028. A gente vai fazer um trabalho diferenciado e, agora, com essa marca de 1:46, vou lutar para conquistar o índice."

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As Loterias Caixa e a Caixa são patrocinadoras máster do Atletismo Brasil.

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