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A paulistana correu 12.57 (1.5) em Montegeron, etapa do Continental Tour - Bronze da World Atlhetics, nesta sexta-feira (19/6), para baixar a marca nacional da prova, que tinha 25 anos, pela terceira vez na temporada 2026.

Vitória Sena Alves quebra recorde brasileiro nas barreiras pela terceira vez
(foto: Gustavo Alves/CBAt)
A brasileira Vitória Sena Batista Alves voltou a quebrar o recorde Brasileiro e sul-americano dos 100 m com barreiras, com a marca de 12.57 (1.5 m/s), no 40º Meeting Internacional de Montgeron-Essonne 2026, no Estádio Pierre de Coubertin, em Montgeron, França, nesta sexta-feira (19/6). A competição integra o Continental Tour da World Athletics - Bronze. Vitória ficou com a medalha de prata, atrás da francesa Sacha Alessandrini (12.53) e à frente da atleta do Madagascar Sidoni Fladanantaoa (13.01).
Esta foi a terceira vez que a barreirista Vitória Sena (Praia Clube-CEMIG-Exército-Futel-MG) Vitória baixou uma marca que antes desta temporada tinha mais de 25 anos: fez 12.69 (25/4), 12.68 (30/5) e 12.57 (19/6).
Vem de uma temporada estupenda. Bateu seu então recorde pessoal nos 100 metros com barreiras já na sua primeira competição do ano – ela tinha 12.95 (0.9), de junho de 2021, como melhor marca. Em 19 de abril, no Challenger Hugo M. La Nasa, em Buenos Aires (Argentina), fez 12.85 (1.0).
Na semifinal do Troféu Adhemar Ferreira da Silva, melhorou novamente o resultado – 12.84 (1.7) –, até alcançar o recorde brasileiro na final: 12.69 (2.0), no dia 25 de abril, em Bragança Paulista (São Paulo). A paulistana de 28 anos, treinada por Katsuhico Nakaya, superava a marca anterior, que tinha 25 anos e era da campeã olímpica Maurren Maggi, de 12.71 (0.1), estabelecida em 2001.
"Quebrar o recorde era algo que eu almejava. E ainda por cima era da Maurren Maggi! Até hoje eu tenho memórias da cena da TV, depois dela ter ganhado o ouro em Pequim-2008", lembrou.
Depois, Vitória conquistou seu primeiro título ibero-americano, em Lima, no Peru, com o tempo de 12.68, mas com vento acima do permitido (3.5 m/s). Mas deixou a competição com seu recorde brasileiro da prova renovado: na semifinal, correu os mesmos 12.68 com vento regular (1.1). Melhorou, a marca anterior em um centésimo e ainda se tornou recordista ibero-americana da prova.
Agora correu 12.57 melhorando sua marca em nada menos do que 11 centésimos de segundos - com o tempo é hoje (19/6) a 12ª atleta do mundo na Top List da World Atletics de 2026 (era a 25ª com a marca anterior).
As Loterias Caixa são a patrocinadora máster do atletismo brasileiro.
Publicado pela Plataforma SGE da Bigmidia - Gestão Esportiva com Tecnologia
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